terça-feira, 10 de abril de 2012

raças de galo de combate

Raças de Galos - Galo Bankiva

O galo Banquiva é uma pequena ave que vive nas florestas tropicais e subtropicais.
História
O homem domesticou os primeiros galos Banquivas na Índia, cerca de 3.200 a.C. e a partir de 1.400 a.C. na China. Por volta de 1.500 a.C. domesticou-o no Egito e em Creta. A espécie estendeu-se de seguida à Europa e ao mundo inteiro. É provável que tenha chegado à América a partir da Ásia, pelas costas do Equador e do Peru.
No início, foi domesticado primeiro pelo seu papel tanto como animal para sacrifícios, como para rinhas, pela carne e pelos ovos. Os romanos faziam criação em galinheiros em grande escala, mas depois deles esta actividade foi abandonada até ao século XIX.
Os Europeus e outros colonos introduziram o galo Banquiva em vários países, como a Austrália, a Nova Zelândia e a África do Sul.
Habitat
Vive habitualmente em estado selvagem nas florestas relativamente densas e nas plantações de bambus. Procura com frequência alimento nas clareiras, nas matas e em certas zonas cultivadas como os arrozais.
  
Breve Video dos GALLUS GALLUS ( Galo de Bankiva ) Em Estado Selvagem
Alimentação
Alimenta-se de grãos, frutos, folhas e pétalas, e brotos de plantas cultivadas como o arroz, o milho e o feijão.
Em certas regiões da Birmânia, onde existem minas de pedras preciosas, foram encontrados rubis e esmeraldas no papo de galos Banquiva.

GALINHA BANKIVA (Gallus gallus)
CASAL DE BANKIVAS
GALO BANKIVA

O Galo Bankiva (Gallus Gallus) tem uma contribuição enorme para o nosso Galo Combatente pois os combatentes brasileiros, descendem basicamente de duas raças puras, o Malaio e o Bankiva. sendo que com o passar do tempo foram adquirindo outras misturas
O Galo Malaio original, é um galo grande de grande porte, poucas penas, pernas e peito fortes, asas curtas e não voa, vivendo basicamente no chão. Desta ave descendem com mais apuração os galos combatente Asiáticos, como os Japoneses, Indianos, Tailandeses e o nosso nacional.
O Galo Bankiva, por outro lado é um galo de pequeno porte, asas longas, empenamento abundante, calda grande e na vertical, vivem em árvores e é excelente voador, tendo asas muito fortes. Desta pequena ave, descendem com mais apuração, todos os galos combatentes da Europa, América do Norte, Central e quase toda América do Sul. 
FRANGUINHOS DE BANKIVA
CASAL DE BANKIVA COM MUTAÇAO BRANCA
BANKIVAS PUROS ( GALLUS GALLUS )

Creditos: Recanto das Aves

Raças de Galos - Galo Sumatra

Nativo da ilha de Sumatra, ao que parece, é o produto de uma mutação de Bankivas que também habitam a ilha. Eles são todos de cor preta, com preto brilhante plumagem verde metálico penas soltas e longo. A pele é negra, tem 3 ou 4 esporões em cada perna, aparentemente, estas aves eram a fonte de origem de outras Aves para ser formado como é o ayam Cemani são altamente procurado depois porque são curativos benefícios atribuídos pela presença de melanina.
Características
É uma antiga raça originária das ilhas da sonda (ilha de Sumatra) e da Malásia, foi importado para a América em 1847 e para a Europa em 1882. Relacionado a Cemani ayam (ayam = galo). Cemani é uma pequena aldeia perto da cidade de Java central Solo.
Foi também encontrada em Sumatra. Têm a carne, as peles e as penas em preto por melanina. Livros também falam de outros "negros", como o "Java", "Hornatak 'na Índia," Sabswar "of Persia", Gallus morio "em Moçambique," Kornatak ", etc.
O Sumatra é uma ave de tamanho médio em que se cumprem a forma de faisão e combatente. Com a linha ligeiramente inclinada para trás e a cauda bastante longo.
Pensa-se que é uma mutação de Gallus gallus Bankiva, sub-espécie Gallus gallus, que se desenvolveu nestas ilhas. O interessante é que ele sofreu várias alterações desde o original tipo de ave selvagem.
Triplo pico e pequenas (como no tipo Asil Oriental?), Os olhos ea pele e penas pretas. Melanin é alargado a todo o pássaro. Spurs múltiplas (3 a 4 esporões em cada perna), as pernas são verdes.

Corrida é usada como um enfeite, embora alguns países ainda são usadas para combater, buscando ar (voo), agilidade, audição e da exuberante verde caneta.

Penas: Penas vasta e difícil.
Peso: Galo, de 2 a 2,5 kg - 1,5 kg Frango 2
Creditos: Recanto das Aves 

Dicas Treinamento

Já foi dito que a saúde do galo deve apresentar uma constante desde o seu nascimento até o seu treinamento . Só devemos destinar às competições aves sadias e vigorosas, amadurecidas, ou seja, após 14 a 18 meses de idade. Por quê ? Aves combatentes demoram mais para calcificar seus ossos e fortalecer a musculatura, fatores que só advém por completo com a maturidade.

É difícil explicar o manejo dos galos porque é uma coisa que se aprende mais vendo pessoas mais experientes e, principalmente, com a prática. O que apresento a seguir é bem geral pois existem até aparelhos para exercitar galos e exercícios mais sofisticados, feitos inclusive em tanques com água, mas nosso objetivo é apenas orientar o galista iniciante. Apesar de alguns entenderem muito de galos, ninguém sabe TUDO sobre galos e todos nós sempre teremos algo de novo para aprender. É isso que é importante no treinamento de galos e até talvez, para a nossa vida...

Dois fatores são fundamentais: ALIMENTAÇÃO E ESPAÇO. Como todo atleta o galo necessita de uma dieta rica porém balanceada. Uma sugestão: Milho quebrado (5 partes) + Aveia (2 partes) + Girassol (1 parte) + Sementes (1 parte) + Verduras e Legumes (1 parte) + Complexo Vitamínico-Mineral.

ESPAÇO: O ideal seria que permanecessem em passeadores o tempo todo, sempre se movimentando. PASSEADORES: 2 mts. X o,80 X o,80 (ideal)

O treinamento manual visa apenas estimular e exercitar aquilo que no galo é natural: BATER AS ASAS, CORRER, , PULAR .Podemos usar uma mesa que forraremos com espuma de 10cms e revestiremos com um pedaço de carpete.

1. PULOS: Colocando-se a mão sob o peito da ave, executa-se um movimento de elevação como se fossemos jogar a ave para cima. Ela instintivamente bate as asas e aterrisa na mesa estofada, o que também fortalece os músculos flexores da s coxas. Existem variações na altura conforme evolui o treinamento. Com a prática, usando-se as duas mãos ( sob o peito e sobre a cauda), podemos inclinar a ave para trás durante o pulo, o que a forçará a bater as asas com mais força.

2. ASAS: Na própria mesa, usando-se a beirada, segura-se a ave pela cauda e inclina-se para baixo. Instintivamente se desencadeia uma seqüência de batidas de asas para retornar ao equilíbrio. Aos poucos vamos notando um aumento da capacidade respiratória, mesmo porque estamos exercitando os maiores músculos das aves que são os peitorais e responsáveis por uma boa parte do consumo de oxigênio.Também podemos construir um cavalete para isso ou um trapézio mas não são todas as aves que se acostumam com eles. Nunca segure muito firme na cauda da ave enquanto ela não estiver acostumada com os exercícios porque eles às vezes se assustam e, para se soltarem, rodopiam no seu próprio eixo e largam o rabo na sua mão...Por isso, muito cuidado no manuseio das aves para evitar a quebra de penas e torções que sempre atrasam no treinamento.

3.CORRER: Alguns usam a própria mesa, segurando a ave pela cauda, fazendo ela executar instintivamente movimentos com as pernas mas o ideal é construir uma mesa giratória ( como um disco de vitrola) onde se pode segurar a ave com mais comodidade para ela com a vantagem de podermos aplicar uma resistência progressiva na rotação do "prato" o que vai aumentando também a força e resistência dos músculos.Vamos ver se conseguimos um desenho ilustrativo para disponibilizar aqui no site.

Após os exercícios alguns treinadores ainda aplicam massagens na musculatura dos galos o que é muito bom quando feito de maneira correta, sem traumatizar a pele da ave, aplicando-se após uma loção adstringente que cada um tem uma receita mas é sempre uma alcoolatura de tinguaciba, barbatimão e anjico e que alguns acrescentam seus "ingredientes secretos".(cânfora, salicilato de metila, mentol e outros).

Nos dias de calor, é bom dar banhos nas aves usando-se sabão neutro ou de côco, enxugá-las muito bem e colocá-las ao sol para terminarem de secar. Evitar os dias frios e com ventos. Usar então as "estufas" gaiolas fechadas com lâmpadas para aquecerem e secarrem as penas.

AS ESCORVAS: ou o treinamento de luta propriamente dito. As parelhas devem ser pesadas e medidas e colocados os protetores (BUCHAS E BIQUEIRAS) dos quais existem vários modelos e preferências, visando o mínimo de dano as aves. O que se deseja é avaliar a força, os métodos de briga, as qualidades enfim. Com a observação notaremos as particularidades de cada um e encontraremos o "escorveiro" ideal para êle . No início, escorvas de 15 a 20 minutos são ideais. Com o decorrer do treinamento podemos aumentar o tempo para 40 minutos divididos em 2 tempos de 20' . Não se justificam hoje, escorvas demoradas. Procura-se agilidade e rapidez nas decisões e não sacos de pancada.

TOSA DAS PENAS: Também outro assunto controverso: de uma maneira geral adota-se a tosa das penas e plumas do baixo-ventre, interior das côxas e parte interna das asas que se justificam até para melhor manuseio, higiene e refrigeração. Alguns retiram também as penas laterais do pescoço mas hoje não se justifica mais esse procedimento. São costumes, não técnicas, herdados de outros tempos e outras culturas.

O BOM SENSO: Jamais destinar a uma competição a ave que não apresentar os mínimos requisitos para tal : Má saúde, defeitos, precária preparação física ou mesmo falta de qualidades competitivas são fatores determinantes porque estaremos submetendo essa ave a uma prova que ela não poderá superar por estar em desigualdade de condições e o que não é igual é injusto.

Lema básico: " AMOR , PACIÊNCIA E MUITA, MUITA OBSERVAÇÃO"

Creditos: Recanto Galo de Ouro
Fotos: Criatório Colina

Pixilingas (Piolho de Galinha)

Esta aí uma praga que quando ataca dá um trabalhão para exterminar!


Pixilinga ou piolho de galinha
Por: Sidney,

Seguem abaixo algumas medidas preventivas para controle de piolhos:

1- Faça uma boa limpeza no local onde as galinhas ficam, removendo e queimando todos os ninhos e palhas. 
2-Para controlar o ambiente, mantenha a casa limpa e aspirada. 
3-Aspirar o tapete e frestas de batentes, tacos, sofás e etc.
4-Após aspirar o ambiente descarte o filtro do aspirador.
5-Por fim, lave toda a roupa de cama e toalhas de banho com água bem quente.
6-A sabedoria popular diz que o piolho não cria em ninho feito de palha de bambu e que o NIM elimina piolho de galinha e pombo. Não custa experimentar: 
- Óleo de Nim - Pulverizar o ambiente a 1%.
- Torta de Nim- colocar na cama das aves na quantidade de 50g/m2 de galpão.

OBS:Você poderá encontrar o óleo e a torta de Nim nas casas de produtos agrícolas.

Se você tiver pressa ou o tratamento com óleo de Nim não der certo, sugerimos fazer o controle químico do local e das aves usando os produtos Neguvon, Topline e Talfon ou Bolfo da Bayer, conforme indicações do rótulo/bula.

Fonte: Pragas On-line – O mais completo guia de produtos e serviços na área de controle de pragas do Brasil.
Boa sorte.

Atenciosamente,

Romildo de Souza
Equipe Pragas On-line 

Classificando Frangos

Classificação

Para um leigo, a luta entre dois galos parecerá uma disputa simples e desinteressante. Todavia, à medida que o neófito vai se integrando no esporte, coisas que não distinguia de inicio passam a lhe merecer estudos e observações até chegar a um estágio capaz de identificar com segurança um bom um ótimo ou um excepcional animal. Este predicado, entretanto, nem sempre está com quem admite possuí-lo. O entusiasmo ou um julgamento precipitado pode confundir qualquer galista e induzi-lo mesmo a um erro ao aquilatar os atributos bélicos de determinado galo. Em qualquer rinhadeiro encontramos uma infinidade de classificadores de galos e chegam mesmo a ser humorísticas as afirmações de certas pessoas ao referirem-se a determinados animais. É sabido que um galo, quando perde, nunca é criação do seu legitimo proprietário. Quando ganha, não falta quem apregoe ser o seu criador, quando não aparecem ainda os donos dos ascendentes, cuja árvore genealógica será sem duvida a mais intricada possível. Este é um adágio já muito nosso conhecido, mas isto somente não define uma alta categoria.
Para os poucos entendidos em galos, uma briga é boa quando há troca repetida de golpes, coisa muito comum no confronto entre dois animais frenteiros. Se são brigadores e sabem atacar e defender, para essas pessoas, trata-se de animais medíocres, pois a briga se tornará monótona, já que os golpes serão em grau muito menor. Este é um jeito errado e nada convincente e não de quem conhece realmente galos. São inúmeras as maneiras de se classificar um galo como bom. Ser frenteiro não é boa coisa para qualquer combatente empenado, mormente quando se defronta com antagonista que lhe coloca o pescoço por cima e não lhe dá distancia.

Os galos de sangue japonês de boa origem têm se mostrado mais eficientes nos rinhadeiros, posto que, de vez em quando, apareçam autênticos "nacionais" a lhes fazerem sombra. Mas não esperemos tudo de um galo sem que outros pormenores o auxiliem a consolidar suas credenciais combativas. Um bom preparo físico e uma alimentação adequada podem complementar o seu todo de guerreiro, mas isto também terá valor relativo se lhe faltar origem e um método racional de criação, onde o espaço, higiene, sol à vontade e boa alimentação não lhe venham faltar desde os primeiros dias de vida.
Como já citei, várias são as maneira de se classificar um galo como bom, mas de permeio temos que distinguir fatores que definem suas principais características na briga. Não na forma de lutar somente, mas em propriedades individuais que nos poderá ser antecedentemente admitidas com margem mínima de erro. Por exemplo, os galos atarracados, de costas largas e pernas separadas estarão mais credenciados a se sobressaírem pela força, pois seus golpes serão curtos e violentos. Se for um penalonga, de pescoço cumprido, poderá ser um esporeador por excelência, mas dificilmente um "bate-duro". Se o porte é quase vertical, pescoço longo e cauda baixa, fatalmente brigará em cima, mas poderá ser um "colarinho-duro", como a gíria galistica denomina os galos que lutam assim, pouco movimentando a cabeça. Se o corpo é baixo na frente, jamais subirá na briga.
As esporas colocadas próximo aos pés, constituem indicio de que o galo dá de esporas, o mesmo acontecendo se as extremidades dos ossos pélvicos estão muito próximas. Caso estejam muito separados será um "bate-espalhado". Não confiemos demais, todavia, nessa 

premissa.
Quando notamos manchas brancas numa ou em ambas as orelhas, fiquemos de sobreaviso, pois poderá ser um animal de pouca fibra ou mesmo um "largador".
Penas brancas miúdas no alto da cabeça é indício de muita raça e a isso os aficionados do Oriente dão o nome de "gotas de orvalho". Também admitem os povos daquela região que os galos de crista tombada possuem muita força.
A cor dos olhos também evidencia a casta do animal. Os olhos azulados que vão de uma tonalidade até o branco-pérola serão "raçudos" e destemidos. Quanto aos olhos alaranjados, são também tidos como razoáveis, diminuindo essas credenciais se possuem raias vermelhas. Os de olhos avermelhados não deverão merecer nossa confiança mas, quando eles são pretos, trata-se invariavelmente de um animal de fibra. Se a menina dos olhos é pequena, como uma conta, o galo será evidentemente de muita boa casta. Mas não nos surpreendamos se alguma dessas coisas não corresponderem ao que esperamos. Lembremo-nos de que nosso galos representam um emaranhado de cruzamentos e que dificilmente tais caracteres se apresentam mais ou menos fixados. Não obstante, aos poucos tópicos abordados, outros poderão ser associados, isto é, os métodos de briga e a maneira de dar ou bater que a nomenclatura galistica já definiu com farto vocabulário a ser abordado em outra oportunidade. A classificação de um galo como bom está na dependência de todos esses fatores e inequivocadamente pode-se afirmar que nem todo galista possui condições de desapaixonadamente identificá-los.
Tenho visto muito criador desfazer-se de certo animal por tê-lo como medíocre mas esse mesmo animal em outras mãos revelar-se mais tarde autêntico campeão da arena deixando perplexo seu primeiro dono.
Julgar e definir um soberbo galo de briga não é tarefa tão fácil assim. Apenas, devemos ter muitos elementos de convicção para fazê-lo e despojarmonos do excessivo e natural entusiasmo que sempre depositamos em determinados cruzamentos.
Outro fator que frequentemente surpreende ao galista mais experiente é a performance nada convincente de determinado galo tido como assombro, integrante de um grupo levado ao rinhadeiro. Embora sendo o mais credenciado, faz a pior briga deixando os louros da vitória para um outro, tido como de menos recursos. Do muito que dele se esperava nada se conseguiu; do outro, do qual pouco se contava, tudo se obteve. Isto, é óbvio, ficou logicamente na dependência de muitos fatores, mas briga de galos é assim mesmo e semelhantes fatos é que trazem emoção tanto na vitória como na derrota e levam aos rinhadeiros verdadeira legião de aficionados.

Creditos: Augusto C. "Tudo sobre galos de briga"

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